sexta-feira, 1 de abril de 2016

De novo e de novo...

Eventualmente deletarei e recriarei este blog. Por quê? Porque acredito que tudo se trata de um grande "ciclo cósmico". Brincadeiras à parte, entretanto, acredito sim que a vida seja um ciclo. Não significando, claro, que nós devemos nos limitar aos mesmos erros ou frustrações passadas, mas sim que haverá a possibilidade de mudarmos nossas ações em situações similares e futuras.

Ao analisar o escrito abaixo, de minha antiga rede social, veio-me a vontade de escrever aqui novamente.

"A vida é um ciclo. Tudo que fizeste um dia voltará para ti, suas ações boas, suas ações ruins, o resultado de suas omissões, TUDO.

Lembre-se: A vida é um ciclo, mas não precisa ser um loop. Você pode e deve ter o controle de cada ciclo, deve fazer com que cada ciclo seja uma mudança, uma meta a ser superada.

Existe um ditado onde afirma que a cada dia que passa morremos para renascermos no dia seguinte (como a Fênix).

Não importa se não existir nada depois, não importa se fomos criados por uma outra raça ou por um único Criador. O que realmente importa é que cada um seja Deus de si mesmo, cada um possa progredir sem amarras, sem depender de fatores externos, tendo fé em si.
.."

Dos anos em que escrevi isto até este atual, percebo que muitas das minhas opiniões não mudaram – claro, o homem não se distancia totalmente de sua natureza original, no máximo se aprimora em certos aspectos –,  mas, percebo também, que surgiu-me a necessidade de escrever novamente neste blog. Sim, com o mesmo nome, Futurophobia, o qual sempre representará um dos meus anseios/medos principais: o medo do futuro. Tal futuro, que embora eu saiba se tratar de uma certa repetição de fatos já passados, ainda assim torna-se uma certa preocupação.

Acredito que destas preocupações surge a vontade de eu escrever novamente aqui, talvez como uma forma de deixar registrado para o meu eu do futuro meus pensamentos e minhas visões, meus medos e anseios para que talvez este possa usar como forma de progressão na jornada da vida. 

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